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Carlos Canaes

Advogados

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Clippings e blogs

Ago 22 2017

Lei que limita pagamentos em dinheiro entra em vigor amanhã

A partir da próxima quarta-feira, dia 23 de agosto, será proibido fazer pagamentos em numerário acima de 3 mil euros, ainda que os serviços ou bens a serem pagos tenham sido contratados em data anterior à entrada em vigor da lei. É neste dia que entra em vigor a lei 92/2017, que se enquadra num conjunto de medidas de combate ao branqueamento de capitais e que foi publicada esta terça-feira no Diário da República.

A lei, que foi promulgada a 14 de agosto por Marcelo Rebelo de Sousa, afirma que “é proibido pagar ou receber em numerário em transações de qualquer natureza que envolvam montantes iguais ou superiores a 3.000 euros, ou o seu equivalente em moeda estrangeira”.

No caso de cidadãos não residentes em Portugal e que não atuem como empresários, o limite é de 10.000 euros. O limite máximo desce para 500 euros no caso do pagamento de impostos. Estes limites têm em conta todos os pagamentos que digam respeito a um mesmo bem ou serviço, ainda que sejam feitos de forma fracionada e que cada parcela fique abaixo dos limites legais de 3.000 ou 10.000 euros.

A infração desta nova normativa legal é punível com coima, que pode oscilar entre 180 e 4.500 euros. Artigo completo: Jornal Económico

Credito da foto Andres Iga em Unsplash

Mai 23 2017

Juízes obrigados a concluir em dois anos processos que envolvam Fisco

Grupo de Trabalho para os TAF , nomeado pelo Governo, apresenta hoje as conclusões: bolsa de juízes, mais magistrados, novos tribunais de proteção social e uma comunicação informática direta entre Fisco e tribunais

A criação de equipas especiais de magistrados para concluir os processos mais antigos e no tempo máximo de dois anos é uma das soluções apontadas para resolver o volume processual dos Tribunais Administrativos e Fiscais (TAF). Ou seja: processos em que uma das partes é a Autoridade Tributária que recorre à via judicial para cobrar impostos aos contribuintes faltosos ou em que entra como ré por alguma ação de um contribuinte insatisfeito. Só no ano passado estavam pendentes mais de 70 mil processos, 49 mil só relativo a essa justiça fiscal (ver números ao lado).
A ministra da Justiça Francisca Van Dunem prepara uma reforma na área e, para isso, mandou reunir dois grupos de trabalho que apresentam, hoje, as suas principais conclusões, numa conferência em Lisboa. Conclusões que não vinculam a 100% o Governo mas que servirão de base de trabalho.
Ao que o DN apurou, no pacote estarão ainda propostas como: mais juízes, criação de uma bolsa de magistrados para colmatar as ausências temporárias de colegas, criação de novos juízos na área da proteção social (litígios relativos a pensões de reforma, por exemplo) e de emprego público. Estes dois grupos de trabalho – compostos pela secretária de Estado da Justiça Helena Mesquita Ribeiro, juízes e procuradores – sugerem ainda a criação de uma ligação direta do Fisco ao sistema informático dos TAF de forma a que as notificações eletrónicas sejam recebidas no imediato pela Autoridade Tributária, que é sempre uma das partes nestes processos. Nos TAF “caem” ainda litígios como reclamações contra decisões de carreiras na administração pública, avaliações ou despachos impugnados por funcionários públicos, ou todas as questões de emprego público, muitas vezes “patrocinadas” pelos sindicatos.
A falta de magistrados nesta área e a maior agressividade do Fisco na cobrança de impostos são algumas das razões s que levaram ao “entupimento” destes tribunais em que, nos casos mais dramáticos, chegam a demorar oito a dez anos a concluir processos. Só no passado, segundo dados da Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ), seriam necessários 911 dias (quase três anos) para concluir os processos a marinar, num cenário em que não entrassem novos processos. “Durante anos os TAF foram deixados ao abandono pelos sucessivos governos, muito simplesmente porque é da conveniência do Estado que os mesmos não sejam produtivos”, explica António Jaime Martins, líder da Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados. “Com efeito, nos Administrativos o Estado e as entidades públicas são normalmente réus, pelo que, não dá jeito ao Estado que aqueles tramitem com celeridade. Nos tribunais Fiscais passa-se o mesmo”, explica. “Muitos deles acabam por pagar aquilo que não devem, outros são declarados insolventes por dívidas que não existiam ou eram inferiores. A justiça administrativa e fiscal é, de há muito em Portugal, uma justiça terceiro-mundista”.
Recorde-se que ainda no tempo do anterior Governo havia sido criada uma task force – acabada de chegar a Troika a Portugal – para acabar com os processos acima de um milhão de euros. Porém, no ano passado, o Conselho Superior acabou por dissolver essa equipa. “Os tribunais administrativos ainda não apresentam o nível de qualidade e sofisticação dos tribunais judiciais e têm caminho a percorrer para deixarem definitivamente de proferir decisões meramente formais, sem julgar os litígios”, critica o advogado Pedro Almeida Cabral. Os grupos de trabalho colocam ainda a tónica na desmaterialização processual. Ou seja: as alegações deixarão de ser feitas por escrito e a prática de todos os atos processuais terá de por via eletrónica. Artigo completo: Diário de Notícias

Abr 11 2017

Tribunais demoram em média 710 dias a resolver litígios

Tribunais demoram em média 710 dias a resolver litígios

Em causa estão processos comerciais, cíveis e administrativos. Painel de Avaliação da Justiça na União Europeia revela que tribunais portugueses continuam demasiado lentos, apesar de terem melhorado.

Os tribunais portugueses precisam em média de cerca de 710 dias para resolver os litígios comerciais, cíveis e administrativos, quando em Espanha, por exemplo, bastam pouco mais de 200. Este é um dos dados que consta do mais recente Painel de Avaliação da Justiça na União Europeia (UE), no qual Portugal surge, em mais de um parâmetro, no fundo da tabela, atrás de todos os outros Estados-membros.

No caso da resolução dos processos comerciais, cíveis e administrativos, entre outros, a justiça nacional dos tribunais de primeira instância apresenta-se em penúltimo lugar, apenas à frente de Chipre, diz o relatório, que neste capítulo reporta a dados de 2015. Se olharmos para as estatísticas de 2010 verificamos, mesmo assim, que se registou um grande progresso: há sete anos a demora chegava aos 1100 dias, o que tornava Portugal recordista absoluto dos atrasos. Artigo completo: Ordem dos Advogados

Abr 05 2017

Cartão do cidadão, passaporte e carta tratados num único local

A partir deste mês será possível tratar do passaporte, cartão do cidadão e carta de condução, tudo no mesmo local, à mesma hora, anunciou a secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, em entrevista ao DN. “Acabámos de assinar um protocolo e no mês de abril já vai ser possível ir à conservatória e dar os dados uma única vez. Assim, os cidadãos já não têm de se deslocar a vários sítios. A fotografia e a assinatura servem para os três documentos em simultâneo. É uma mudança de paradigma na prestação de serviços. O objetivo é racionalizar os recursos da administração pública”, disse a governante, fazendo uma antecipação dos temas relativos ao eixo da modernização do Estado que serão debatidos hoje no último dos seis debates no âmbito do Programa Nacional de Reformas.

A decorrer em Lisboa, dedicado ao tema “Justiça Mais Próxima: Modelos abertos de trabalho e de governação partilhada”, o evento contará com a presença na ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, e da ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques. Antes do debate, a secretária de Estado da Justiça revelou que a possibilidade de fazer a carta de condução numa conservatória do registo civil será testada este mês, numa primeira fase, no Campus de Justiça, em Lisboa, e também na conservatória de Lamego. “Se correr tudo bem, faz-se depois a expansão para todo o país”.

O mesmo acontecerá com outras duas novas medidas-chave do plano de ação Justiça Mais Próxima: as iniciativas Tribunal Mais e Espaço Óbito. Apresentado em 2016, no âmbito do Programa Nacional de Reformas, o Justiça Mais Próxima integra cerca de 150 medidas, 24 delas já concluídas e com um impacto de poupança estimada de 1,6 milhões de euros para o ano de 2017. Soma-se ainda a diminuição das pendências na ação executiva cível e nas execuções, bem como nas insolvências, que atingiam os dois dígitos percentuais em 2016. Artigo completo: Diário de Notícias

Dez 09 2016

Guilherme Figueiredo eleito bastonário da Ordem dos Advogados

Guilherme Figueiredo é o novo bastonário da Ordem dos Advogados. Os resultados da segunda volta das eleições, que decorreu ontem, foram publicados na manhã desta quarta-feira no portal da ordem: a lista H de Figueiredo conseguiu 9862 votos, contra 9193 da lista K de Elina Fraga, que deixa assim a liderança do Ordem dos Advogados sem um segundo mandato. (…)

Guilherme Figueiredo já se tinha candidatado a bastonário no triénio anterior. Antes, exerceu o cargo de presidente do Conselho Regional do Porto. Tem 60 anos, é licenciado pela Faculdade de Direito de Coimbra e exerce advocacia desde 1984. Nasceu e vive no Porto e exerce advocacia em prática individual, num escritório arrendado com mais colegas. Artigo completo: Diário de Notícias

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